5 de jul de 2009

PowerPoint is Evil

Já que o dia 04 passou, vou começar com um, novo formato para o pequeno blog esquecido.

Drops! Não diários, não semanais! Mas drops p/ quando achar algo interessante na web.

Comentaria esse, mas estou atrasada!


PowerPoint Is Evil

Power Corrupts.
PowerPoint Corrupts Absolutely.

By Edward Tufte

Imagine a widely used and expensive prescription drug that promised to make us beautiful but didn't. Instead the drug had frequent, serious side effects: It induced stupidity, turned everyone into bores, wasted time, and degraded the quality and credibility of communication. These side effects would rightly lead to a worldwide product recall.

Yet slideware -computer programs for presentations -is everywhere: in corporate America, in government bureaucracies, even in our schools. Several hundred million copies of Microsoft PowerPoint are churning out trillions of slides each year. Slideware may help speakers outline their talks, but convenience for the speaker can be punishing to both content and audience. The standard PowerPoint presentation elevates format over content, betraying an attitude of commercialism that turns everything into a sales pitch.

Of course, data-driven meetings are nothing new. Years before today's slideware, presentations at companies such as IBM and in the military used bullet lists shown by overhead projectors. But the format has become ubiquitous under PowerPoint, which was created in 1984 and later acquired by Microsoft. PowerPoint's pushy style seeks to set up a speaker's dominance over the audience. The speaker, after all, is making power points with bullets to followers. Could any metaphor be worse? Voicemail menu systems? Billboards? Television? Stalin?

AP/Wide World Photos
Tufte satirizes the totalitarian impact of presentation slideware.

Particularly disturbing is the adoption of the PowerPoint cognitive style in our schools. Rather than learning to write a report using sentences, children are being taught how to formulate client pitches and infomercials. Elementary school PowerPoint exercises (as seen in teacher guides and in student work posted on the Internet) typically consist of 10 to 20 words and a piece of clip art on each slide in a presentation of three to six slides -a total of perhaps 80 words (15 seconds of silent reading) for a week of work. Students would be better off if the schools simply closed down on those days and everyone went to the Exploratorium or wrote an illustrated essay explaining something.

In a business setting, a PowerPoint slide typically shows 40 words, which is about eight seconds' worth of silent reading material. With so little information per slide, many, many slides are needed. Audiences consequently endure a relentless sequentiality, one damn slide after another. When information is stacked in time, it is difficult to understand context and evaluate relationships. Visual reasoning usually works more effectively when relevant information is shown side by side. Often, the more intense the detail, the greater the clarity and understanding. This is especially so for statistical data, where the fundamental analytical act is to make comparisons.

Consider an important and intriguing table of survival rates for those with cancer relative to those without cancer for the same time period. Some 196 numbers and 57 words describe survival rates and their standard errors for 24 cancers.

Applying the PowerPoint templates to this nice, straightforward table yields an analytical disaster. The data explodes into six separate chaotic slides, consuming 2.9 times the area of the table. Everything is wrong with these smarmy, incoherent graphs: the encoded legends, the meaningless color, the logo-type branding. They are uncomparative, indifferent to content and evidence, and so data-starved as to be almost pointless. Chartjunk is a clear sign of statistical stupidity. Poking a finger into the eye of thought, these data graphics would turn into a nasty travesty if used for a serious purpose, such as helping cancer patients assess their survival chances. To sell a product that messes up data with such systematic intensity, Microsoft abandons any pretense of statistical integrity and reasoning.

Presentations largely stand or fall on the quality, relevance, and integrity of the content. If your numbers are boring, then you've got the wrong numbers. If your words or images are not on point, making them dance in color won't make them relevant. Audience boredom is usually a content failure, not a decoration failure.

At a minimum, a presentation format should do no harm. Yet the PowerPoint style routinely disrupts, dominates, and trivializes content. Thus PowerPoint presentations too often resemble a school play -very loud, very slow, and very simple.

The practical conclusions are clear. PowerPoint is a competent slide manager and projector. But rather than supplementing a presentation, it has become a substitute for it. Such misuse ignores the most important rule of speaking: Respect your audience.


Edward R. Tufte is professor emeritus of political science, computer science and statistics, and graphic design at Yale. His new monograph, The Cognitive Style of PowerPoint, is available from Graphics Press (www.edwardtufte.com).


25 de jun de 2009

Abandonar ou não abandonar?

Beeem, nada como *cinco* meses de abandono.

Fiquei pensando se deveria continuar o post anterior, porque é lógico que ainda me lembro sobre o que seria (mesmo!). Mas, sei lá, quase ninguém lê sci-fi mesmo... E quem lê, bem o assunto começou com tal pessoa e tudo já foi falado. Há meses..

Eu também poderia falar sobre faltar 1 semana e 1 dia para o "Independence Day". Porém, deixo esse post para depois. O que será que o ilustre Sr. Obama fará? Hen? Hen?

Michael Jackson morreu! Gugu assinou contrato de 8 anos com a Record!

O que está acontecendo com o mundo?!

OMFG! Já está na Wikipédia! Já tem o "1.9 Morte"! Isso foi, de certa forma, meio chocante.



Ele estava criando uma nova coreografia!

'Tá que nem era tão fã dele, ainda assim.

E... O que é isso, Gugu? Abandonando Sílvio Santos! Quero só ver quem vai entrar no lugar, mas terei que esperar até março de 2010.

15 de jan de 2009

Sci-Fi! Sci-Fi! Sci-Fi!

“Trilogia Sprawl? Ahn?”, “Sim, o Todd MacFarlane é foda! Ih, não tá escrito Spawn aí.”, “Não, nunca ouvi falar em Neuromancer...”


OMFG?! Como pode? Todo mundo ouviu falar de Matrix, né? Mas Neuromancer? E olha que ele é o mais famoso! Blade Runner, Minority Report, Vingador do Futuro... Reconhecem esses nomes? E Philip K. Dick?


Cyberpunk é um subgênero de Sci-Fi, que mistura elementos de romances policiais, aquele filminho noir, uma mudança e desintegração da ordem social, a ciência avançada, o underground, o niilismo. Seus protagonistas tendem a ser anti-heróis, forçados a fazerem o que fazem. Seja por dinheiro, pelo emprego que tem ou para salvar a própria vida.


Pensa em Jornada nas Estrelas, que bonitinho, né? Viajando pelos mundos e fazendo amizade pelo caminho. Esquece isso! (Pra esclarecer, eu me amarro em Star Trek.) Cyberpunk é distopia pura. Tá mais pra um mundo detonado após Darth Vader ter destruído a resistência e deixado o poder nas mãos das grandes corporações, voltando só pra recolher os impostos.


Embora o termo tenha surgido depois, Neuromancer deu sua forma definitiva ao gênero. Primeira parte da Trilogia Sprawl, vencedor dos prêmios Hugo, Nebula e Philip K. Dick.


Opa, PKD Award? É, por aí. O prêmio é conferido anualmente desde 1982, ano da morte do autor, e é o mais importante prêmio de Sci-Fi.


Andróides Sonham Com Carneiros Elétricos?


Faz algum sentido, a frase acima? Basta dizer que esse livro foi renomeado como Blade Runner, para fazer.

É, PKD, é o autor de tantos romances e contos que foram adaptados para as telas e se tornaram sucesso de crítica.


Voltando a Neuromancer. Eu gosto da Trinity, mas se alguém a comparar com a ilustre samurai das ruas... Tsc, tem nem como. Asiática, linda, implantes oculares, lâminas sob as unhas. Letal. Molly.


E o Case, cowboy destruído porque tentou roubar os chefes, envenenado, impossibilitado de se conectar à Matrix, drogado, de clínica clandestina à clinica clandestina em Chiba. Se bem que o Agente Smith é mais interessante que o Wintermute, vá lá.


Enfim, explicando. Trilogia Sprawl: Neuromancer, Count Zero e Mona Lisa Overdrive. Sprawl é o nome dado à megacidade formada por todo o terreno urbano existente entre Boston e Atlanta, também conhecida como BAMA.


Outro post sem sentido, mas nem era sobre isso que queria falar. Tava é afim de reclamar sobre os autores de Sci-Fi e o coito interrompido que eles adoram, no próximo post eu explico melhor.


24 de nov de 2008

Super Obama World


É isso aí! Um exemplo muito interessante de uma das várias coisas criadas após a vitória de Obama. Ah, detalhe, cuidado para não irem parar no longínquo Alasca. Divirtam-se!

21 de nov de 2008

Cowboy Bebop - Live Action - Keanu Reeves?!




Cowboy Bebop! Um dos melhores animes que eu já vi! Agora, live-action? Sei não...



E é o que diz a imagem ali ao lado: ele não está morto! E como ousam cogitar o Keanu Reeves para interpretar o Spike?! Não pode acontecer!



Eu vi vários sites com “elencos dos sonhos”, esse é o meu:









19 de nov de 2008

Legoooo! / 2ª Guerra "Mundial"



Opaaaa! Olha a versão Lego do Coringa interpretado pelo Heath Ledger! Ele não podia ter morrido, podia? Aiai, 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você...

Anyway!


Nunca vou deixar de me surpreender com algumas coisas... Tipo, a capacidade das pessoas começarem a discutir sobre a 2ª Guerra “Mundial” (me perdoem as aspas, mas já não caio mais nesse papinho...) de uma maneira praticamente aleatória.


Ooook. Saca pôsteres “motivacionais”?




Então, aí em cima, a tal imagem semeadora da discórdia! PQP! Vamos lá... Suástica (by Wikipédia): A suástica ou cruz gamada é um símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes, dos índios Hopi aos Astecas, dos Celtas aos Busdistas, dos Gregos aos Hindus. Alguns autores acreditam que a suástica tem um valor especial por ser encontrada em muitas culturas sem contatos umas com as outras. Os símbolos a que chamamos suástica possuem detalhes gráficos bastante distintos.


Inferno! O maldito símbolo sempre significou algo bom até ser deturpado pelo nazismo! E ele é encontrado no Japão, na China. Mas que seja... Você vai ver os comentários e não estão falando como são engraçadas as imagens (ok, às vezes, até estão), mas, sim, falando e falando sobre a maldita 2ª Guerra. E eu sempre consigo me surpreender, também, com os estadunidenses. Gente estranha. Bem, na discussão toda, vale ressaltar um comentário racional feliz: “Aqui na França, nós aprendemos que não foram os alemães, mas os nazistas, que perderam a 2GM.”


Beeem, as imagens hilárias e a discussão (que nunca deixará de ser interessante) estão nesse site.


Devo admitir que em alguns lugares cabe essa discussão aparentemente infindável.


Hiroshima: As Fotografias Perdidas.

Vale a pena conferir, embora não seja algo exatamente agradável. Fotos tiradas após a bomba nuclear, para “documentar” sua destruição? Ok, ok. Eu já disse que tenho um problema com estadunidenses?

Bem, nos comentários desse artigo, sim, cabe uma “discussão”. E acreditem, ela existe. E juro que não é perda de tempo lê-la. Acho que nunca vai deixar de ser interessante como existem milhares de pontos de vista sobre essa merda de acontecimento que, simplesmente, não deveria ter acontecido. O melhor (entendam como mais triste) é ver as pessoas justificando o uso das bombas, julgando-as responsáveis pelo fim de uma guerra que praticamente já... Ah, deixa pra lá!



13 de nov de 2008

Exemplares falsos do NYT

Sabe quando você lê/escuta alguma coisa e sente aquela necessidade de comentá-la ou mostrá-la para alguém? Só que, por outro lado, você não está com vontade de ficar enchendo a cabeça de ninguém com as coisas que você “precisa” falar. Então... Você cria um blog!


Você cria um blog porque leu a respeito do grupo que falsificou o New York Times. Que distribuiu mais de 1,2 milhões de exemplares falsos, principalmente em NY e LA. E você lê isso e acha a coisa, simplesmente, f.o.d.a. Fala sério, vocês não achariam?


Eu discordo de REUTERS (quem sou eu pra discordar de REUTERS? (ninguém, mas é só abstrair...)), “um grupo de zombeteiros”. Chamar todas as pessoas que trabalharam nesse projeto de zombeteiros é não entender nenhum pouco do que eles estão tentando passar!


Vários grupos reivindicam juntos, em um press release, a responsabilidade pelo tal fake do NYT. De acordo com ele, centenas de escritores, artistas e ativistas independentes estão pedindo o crédito por elaborem esse projeto. Milhares de voluntários, distribuindo essa edição pelas cidades dos Estados Unidos. Edições que demoraram seis meses para serem feitas? Definitivamente muito mais que “um grupo de zombeteiros”.


A manchete principal é o fim da guerra no Iraque, a data, quatro de julho de 2009. A mudança do slogan para “Todas as notícias que esperamos publicar”. Ooook, vamos admitir que algumas das “notícias” são muitoooo utópicas, mas não vale a pena acreditar que um dia será assim?


Anyway, você entra no site (é lógico que eles criaram até isso!) e se depara com “propagandas” interessantes. Desculpe, estudo publicidade, não tinha como não notá-las. Bem, eu até que poderia falar mais sobre elas, só que não vale a pena. Entrem no site e vejam por si mesmo, *isso* sim, vale a pena.


Ooook, esse é um post inútil e meio desconexo, eu admito. Falha minha. Só que, e estou me repetindo aqui, vai me dizer que vocês não comentariam isso com “alguém”?